Sou advogado tributarista, sediado no Rio de Janeiro, com atuação em todo o território nacional e no exterior. Meu trabalho tem dois lados que, no fundo, são o mesmo: proteger o patrimônio de quem já construiu algo — e abrir caminho para quem quer levar o que construiu para além das fronteiras do Brasil.
Existe um momento em que o patrimônio deixa de ser sobre ter e passa a ser sobre preservar. É nesse momento que eu costumo entrar na vida das pessoas.
Quem construiu algo — uma empresa, um imóvel, uma família com história — sabe que o mais difícil não foi acumular. Foi resistir. Ao tempo, ao imposto mal calculado, à sucessão adiada, à decisão tomada no susto. Eu acredito que o direito tributário, quando bem feito, é menos sobre pagar menos e mais sobre dormir tranquilo: saber que aquilo que você levou a vida para erguer não vai se desfazer num inventário litigioso, numa autuação evitável ou numa estrutura montada sem substância.
Foi essa convicção que me levou a especializar. Fiz mestrado, mergulhei na tributação internacional, sentei nas cadeiras da Vale/UERJ, e fui para onde o Brasil conversa com o mundo — o comércio exterior, o direito marítimo, o planejamento patrimonial que cruza fronteiras. Porque descobri cedo que os dois públicos que mais precisam de um advogado técnico são o que quer proteger o que tem e o que quer expandir para fora. E que, tantas vezes, são a mesma pessoa em dois capítulos da mesma história.
É por isso que me vejo como as duas coisas ao mesmo tempo. Guardião, para quem precisa blindar um legado — com holding, sucessão, teses tributárias, defesa em execução fiscal. E ponte, para quem precisa atravessar — internacionalizar a operação, importar com o regime certo, estruturar patrimônio no exterior sem cair nas armadilhas da Lei 14.754 ou de uma jurisdição sem lastro real. Um lado ancora; o outro conduz.
Não acredito em fórmula pronta. Cada estrutura que desenho parte de uma pergunta antiga e ainda insuperável — cui bono?, a quem aproveita? — e de outra, mais nova e mais dura: essa estrutura sobrevive a uma fiscalização? Se a resposta for não, ela não serve, por mais elegante que pareça no papel. Rigor técnico não é preciosismo: é a diferença entre um planejamento que protege e um que, no primeiro exame, desmorona.
Também escrevo, ensino e produzo teses porque acredito que o bom advogado devolve conhecimento ao mundo que o formou. Dou aula no Verbo Jurídico e no Passe Exame de Ordem, componho o conselho do Brasil Export e a Comissão para o Desenvolvimento da Marinha Mercante da OAB/RJ, e mantenho um blog onde tento traduzir o que costuma vir cifrado. Para as estruturas que cruzam fronteiras, trabalho com um ecossistema de parceiros em mais de seis jurisdições — incluindo bancos suíços como Pictet, UBS e Julius Bär para wealth management global. Se você chegou até aqui, provavelmente tem algo que vale proteger — ou um projeto que vale levar adiante. Nos dois casos, é para isso que eu trabalho.
João Victor AtaídeAdvogado · OAB/RJ · Barra da Tijuca, Rio de Janeiro
Para quem construiu e precisa preservar. Holding familiar e patrimonial, planejamento sucessório, teses tributárias, defesa em execução fiscal e recuperação de tributos — o patrimônio protegido contra o tempo, o conflito e a autuação evitável.
Holding · Sucessões · ITCMD · Execução Fiscal · Teses Ativas
Para quem quer atravessar fronteiras. Comércio exterior e direito marítimo, internacionalização de empresas, estruturação patrimonial no exterior com substância real — o caminho para o mundo aberto com técnica, e não com atalhos que não sobrevivem à fiscalização.
Comex · Marítimo · Internacionalização · Patrimônio no exterior
É para os dois que eu trabalho. Podemos começar por uma conversa, ou você pode primeiro conhecer as teses e posições que sustentam esse trabalho.
Estou presente nos principais canais. Escolha o que for mais cômodo para você.